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sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Transtorno por Défice de Atenção

O TDA é uma doença em que a criança manifesta dificuldades em centrar a sua atenção num estímulo e concentra-se nele.
Esta dificuldade traz consigo uma conduta desorganizada e impulsiva e tende a associar-se à hiperactividade ou hipercínesia, embora nem todas as crianças com Défice de Atenção sejam hiperactivas. O TDA é também conhecido como disfunção cerebral "mínima" embora, felizmente, este termo tenha deixado de ser utilizado.

Causas

Existem diversas teorias que tentam explicar a origem do TDA. Alguns consideram que o transtorno se produz por uma maturação tardia do sistema nervoso; outros falam de uma lesão cerebral, de uma variação genética e de alterações metabólicas e/ou emocionais.

Os indicadores de hiperactividade nos diferentes momentos evolutivos sao os seguintes:
  1. Dos 0 aos 2 anos: Problemas no ritmo do sono e durante a refeição, periodos curtos de sono e acordar sobressaltado, resistencia aos cuidados habituais, reacção elevada a estímulos auditivos e irritabilidade.
  2. Dos 2 aos 3 anos: Imaturidade na linguagem expressiva, actividade motora excessiva, pouca consciencia do perigo e propensão para acidentes.
  3. Dos 4 aos 5 anos: Problemas de adaptação social, desobediência e dificuldades no cumprimento de regras.
  4. A partir dos 6 anos: Impulsividade, défice de atenção, insucesso escolar, comportamentos anti-sociais e problemas de adaptação social.
Descrição do quadro

Falta de atenção
  1. Com frequencia não termina as acções que inicia e parece não escutar, distraindo-se facilmente.
  2. Tem problemas em acompanhar uma actividade de jogo.
Impulsividade

  1. Age antes de pensar
  2. Muda constantemente de uma actividade para outra, o que dificulta a organização do trabalho e requer uma supervisão constante.
  3. Grita com frequencia.
Hiperactividade

  1. Corre ou trepa por todos os lados. Manifesta muita dificuldade em ficar quieta ou brinca demasiado.
  2. É-lhe dificil permanecer sentada. O principal objectivo de qualquer tratamento que se aplique às crianças com TDA é ajudá-las a concentrar-se e a manter a atenção, melhorando o controle de respostas impulsivas.
Existem diferentes tipos de tratamento:
  • Medicamentos
  • Técnicas psicológicas (psicoeducaticas)
  • retroalimentação biológica cerebral (neurofeedback)
Só um especialista pode detectar um TDA ou TDAH (perturbação de Hiperactividade por Défice de Atenção) e determinar o tratamento a seguir. 

Orientações práticas
  1. As crianças hiperactivas devem realizar actividades e exercícios físicos com objectivo de promover a inibição muscular, a relaxação, o controlo corporal, a atenção e, consequentemente, facilitar a adaptação às tarefas e exigencias do meio em que estão inseridas.
  2. Actuar positivamente sobre elas e pôr em prática normas de actuação correctas que favoreçam as interacções e facilitem a convivência familiar e escolar.
  • O que podem as educadoras fazer pela criança Hiperactiva?
Ajudá-la para que aprenda a controlar o seu comportamento na sala e com o grupo, conseguindo um melhor relacionamento com os colegas, maior sucesso escolar e um aumento da auto-estima.
  • Como melhorar as relações com o grupo?
Ensinando-lhe normas sociais simples e promovendo a capacidade de resolução de problemas interpessoais.
  • Como conseguir que a criança não se distraia tanto?
Estruturar as suas tarefas em tempos curtos, permitir pausas ou momentos de descanso quando as termine, reforçar os períodos de atenção, controlar o ambiente para que haja poucos ou nenhuns elemento de distração.
  • Como contribuir para um melhor controle dos seus movimentos?
Ensinando-lhe exercicíos de controlo muscular e de relaxação.
  • Em que consiste o terino cognitivo com a criança hiperactiva?
Fundamentalmente, constiste em ensinar a criança a pensar antes de agir para que auto regule o seu comportamento, tanto na hora de enfrentar uma tarefa como nas suas relações interpessoais.

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Acompanhar o crescimento do bebé a cada PASSO

Sapatinhos fisiológicos

Nos primeiros anos de vida, a criança atravessa várias fases importantes para o seu desenvolvimento motor.
o pé tem um papel fundamental, pelo que requer uma atenção especial nas diversas etapas de crescimento. O sapatinho ideal deve, não só adaptar-se às dimensões do pé, mas também se leve e confortável, para não apertar nem pesar. Deve também proporcionar-lhe liberdade de movimentos, através de uma forma arredondada e de uma sola flexivel e, sobretudo, deve permitir que o pé da criança seja estimulado. esta estimulação contínua ajuda ao desenvolvimento do arco plantar e exercita todos os musculos.


0m+/5m+ 
Proteger. Nos primeiros meses de vida, o pé constitui um importante órgão sensorial e permite receber informações do ambiente. Assim, o ideal seria poder andar descalço, mesmo tendo em conta a necessidade prática de evitar frio e impacto. É, por isso, necessário proteger o pezinho e adoptar certas precauções que lhe dêem segurança, sem limitar a sua liberdade de movimentos.

9m+
Gatinhar. Por volta dos 9 meses, começa a fase do gatinhar, importante para a formação da lordose cervical, para a aquisição de coordenação motora e para a exploração do ambiente envolvente. Nesta fase, o pezinho deve poder mover-se sem restrições, mantendo a flexibilidade e sentindo as superficies em que se apoia, para facilitar a experimentação motora da criança.

12+
Caminhar. Aos 12 meses, a criança começa a caminhar. Neste periodo, o pé, que até cerca do três anos é fisiologicamente chato, recebe os primeiros estimulos plantares a partir do exercicio dos primeiros passos. Será este conjunto de estimulações que desenvolverá a musculatura e formará lentamente o arco plantar. Eis porque é tão importante as superficies de apoio do pezinho sejam irregulares, para solicitar continuamente a reacção da planta.

3+
Correr. A partir dos três anos de idade, a criança já caminha à vontade e a corrida torna-se numa actividade diária. Por isso, é fundamental não dificultar a biomecânica correcta do passo, permitindo-lhe usufruir da liberdade e leveza dos movimentos.


(sapatinhos Chicco!! ;))


Onde há um bebé...

É preciso haver também harmonia, amor, carinho e... conselhos para os papás! 

Vou abrir no meu blog (a pedido de algumas pessoas) uma "rubrica" para exclarecimento de dúvidas e vou postando também uns conselhos para as mamãs que me seguem! 

Beijinhos *